Missão «Ataque ao porto»

Artigo · Missão «Ataque ao Porto»

A missão «Ataque ao Porto» em Hearts of Iron IV

Uma ordem que faz seus aviões bombardearem a frota inimiga direto no porto. Quem já joga direito sabe: navio parado é muito mais fácil de afundar do que um que fica se esquivando no mar. Mas se o porto estiver vazio, você só queima Combustível à toa.

O que é e para que serve

O que é esta missão Ataque ao Porto

É uma ordem para os seus aviões. Você diz: «Voem até a base naval inimiga e bombardeiem os navios que estão parados lá.» No jogo, isso se chama «Bombardear frotas inimigas nos portos».

A principal diferença em relação à missão «Ataque Naval»: navios no porto não se movem. Ficam parados, não precisam ser procurados pela região inteira. Por isso cada surtida causa mais dano do que em mar aberto.

Para que serve esta missão

Para acabar com a frota que foi para o estaleiro. Situação típica: você castigou o inimigo num combate naval, ele recuou para o porto. O «Ataque Naval» normal já não funciona lá — os navios não estão no mar. É aí que entra este botão.

Primeiro motivo — navios grandes. Um encouraçado ou porta-aviões leva tempo para reparar. Enquanto estão parados no conserto, dá para afundar de verdade, não só arranhar.

Segundo motivo — submarinos. No mar ainda é preciso encontrá-los, mas no porto eles ficam parados no cais. Se os submarinos inimigos voltaram para casa, esta ordem chega neles sem precisar procurar.

Terceiro motivo — a própria base naval. Ataques ao porto danificam não só os navios, mas também a infraestrutura. Consertar a frota depois disso fica bem mais difícil.

A missão é boa?

Como ordem permanente «todo dia» — mediana. Gasta 20% mais Combustível do que o ataque naval, as surtidas são mais raras, e sem navios no porto ela não faz nada.

Mas como golpe contra frota parada — ela é muito boa. É assim que se usa: espera o inimigo entrar no porto e bate no ponto certo. Vamos ver o que acontece quando você aperta esse botão.

Ordem: aviões bombardeiam a frota inimiga no porto. Não em mar aberto.

Ligada o tempo todo — lucro médio. Como golpe certo contra frota no conserto — boa.

O que esta missão realmente faz

O que acontece ao ativar a missão

Abra o mapa aéreo — o ícone do avião no canto inferior direito, ou a tecla F3. Escolha a unidade aérea, no menu de ordens escolha «Ataque ao Porto» e depois clique com o botão direito na região.

Importante: para esta missão, escolha uma região terrestre, não marítima. A base naval fica em terra, numa província. Você atribui a unidade aérea à região aérea onde essa base está. Depois disso, os bombardeiros começam a sair e atacar os navios no porto.

Se o porto estiver vazio, os aviões vão voar à toa. A missão não bombardeia base vazia, ela bate só em navios.

Destruição da frota inimiga

O dano à frota inimiga depende das características do avião — «Ataque naval» e «Aquisição de alvo naval». Quanto maiores esses números, mais dano o navio leva. O jogo recomenda cerca de 10 aviões por navio no porto. Para comparar: em mar aberto, são necessárias cerca de 20 aeronaves para o mesmo alvo.

A frota de superfície é o alvo principal. Encouraçados e porta-aviões em reparo afundam bem mais rápido do que no mar. Submarinos também ficam vulneráveis: no porto não precisam ser encontrados por radar, ficam parados no cais.

As surtidas são mais raras do que no «Ataque Naval» — a pausa entre ataques é cerca de duas vezes maior. Mas cada surtida causa mais dano, porque o alvo não se move.

Confusão comum entre jogadores

Primeira confusão — com o «Ataque Naval». Aquela ordem bate em navios no mar. Esta — em navios no porto. Se você colocou «Ataque ao Porto» numa região oceânica, os aviões não vão achar alvos. Se colocou ataque naval em terra, o porto também não sofre.

Segunda confusão — com o «Bombardeio Estratégico». Bombardeiros estratégicos atacam fábricas, indústrias e infraestrutura. Frota no porto eles não afundam. O «Ataque ao Porto» bate justamente em navios e ainda danifica a própria base. Não é bombardeio de indústria.

Aviões voam até a base naval e batem nos navios parados lá. Por navio no porto, uns 10 aviões seus.

Região — terrestre, com porto. Não é ataque naval nem bombardeio estratégico.

Quando ativar, para quem e onde

Quando ativar esta missão

Quando a frota inimiga já está no porto dentro do alcance dos seus aviões. Pode ser depois de um combate naval, quando os navios foram para o conserto. Ou quando você vê uma frota grande na costa inimiga e quer destruí-la antes que saia para o mar.

Não ative esta missão «por precaução». Antes de ligar, confira três coisas:

  • A frota inimiga está nesse porto?
  • O alcance dos seus aviões chega até essa base?
  • A superioridade aérea inimiga está abaixo de 30%?

Se a superioridade aérea inimiga estiver acima de 30%, o jogo avisa direto: a missão não será executada. Os bombardeiros nem decolam. Primeiro dê aos caças a missão «Superioridade aérea» nessa região, e só depois o «Ataque ao Porto».

Para quem dar esta missão Bombardeiro naval

    • Para qual país.

      Qualquer um cuja base aérea alcance o porto inimigo. Na prática, são guerras navais: Reino Unido contra portos italianos, Japão no Pacífico, Itália no Mediterrâneo. Se a sua guerra é só em terra, o botão não vai servir.

      A missão fica mais forte para quem pegou bônus de ataque a porto. A doutrina naval «Ataque a Bases» dá +40%, a subdoutrina de porta-aviões «Formações de Combate de Porta-Aviões» dá mais +20%, e a subdoutrina aérea «Torpedos de Pouca Profundidade» dá outros +20%. E o Japão tem a decisão «Tora! Tora! Tora!», que dobra o dano ao porto: +100%. É por isso que, jogando de Japão, Pearl Harbor se bombardeia com este botão, e não com ataque naval.

    • Qual avião usar.

      A melhor escolha é o bombardeiro naval com torpedos. Os torpedos (nível 1) têm ataque naval 12, enquanto os lançadores de bombas têm só 2. Ou seja, torpedos batem seis vezes mais forte. Até um compartimento de bombas médio dá apenas 6 de ataque — ainda mais fraco que torpedos.

      O avião de Apoio Aéreo Aproximado (CAS) pode fazer esta missão, mas no front ele rende muito mais com a missão «Apoio Aéreo Aproximado (CAS)». O bombardeiro tático também pode, se não houver bombardeiro naval. O bombardeiro estratégico é quase inútil para este botão: até um compartimento de bombas grande dá só 2 de ataque naval. Caça não tem essa missão.

Em qual região colocar esta missão

Numa região aérea terrestre, onde fica a base naval inimiga. Não no mar, não na província vizinha — exatamente onde está o porto. A cobertura da região deve ser a maior possível. 100% — ataque completo. 50% — trabalho pela metade, e o Combustível vai embora do mesmo jeito.

Ative quando a frota inimiga estiver no porto. Superioridade aérea inimiga — não acima de 30%.

País — o que luta perto do mar, de preferência com bônus de ataque a porto. Aviões — bombardeiros navais com torpedos. Região — terra firme com base naval.

Como executar a missão do jeito certo

Primeiro jeito

Você posiciona bombardeiros navais numa base aérea perto do porto inimigo. Coloca «Ataque ao Porto» na região dessa base e espera. Mais cedo ou mais tarde, a frota inimiga entra para reparar ou só para atracar. Assim que os navios aparecem no porto — a unidade aérea já está no lugar e começa a bombardear.

Esse jeito funciona quando o porto é conhecido e a frota entra lá com frequência. Serve para interceptar submarinos e acabar com a frota depois dos combates. O ponto fraco — o Combustível escorre durante toda a espera.

Segundo jeito

Primeiro você caça a frota inimiga no mar — com sua própria frota ou com o «Ataque Naval». Quando o inimigo toma dano, ele recua para o porto para consertar. Aí você troca a unidade aérea para «Ataque ao Porto» e termina o serviço enquanto ele está na doca.

É mais rápido do que só esperar. Mas exige combinação: o mar você limpa com uma ordem, o porto com outra. Trocar os botões na hora errada é queimar surtidas à toa. Agora vamos ver o que mais pode dar errado.

Primeiro jeito: mantenha a unidade aérea perto do porto inimigo e bombardeie assim que a frota atracar.

Segundo jeito: primeiro bata na frota no mar e, quando ela for consertar, troque a unidade aérea para «Ataque ao Porto».

Detalhes, erros e dicas

  • Detalhes que vale saber

    • Gasto de Combustível.

      Esta missão tem consumo de Combustível 1,2. É 20% mais do que o «Ataque Naval» e a «Superioridade aérea» (que gastam 1,0). Para comparar: «Interceptação» gasta só 0,2, ou seja, seis vezes menos. Por isso, manter «Ataque ao Porto» ligado sem alvos é caro.

    • Defesa antiaérea do porto.

      Navios no porto não ficam indefesos — a antiaérea deles atira nos seus aviões. Além disso, a defesa antiaérea fixa da província também protege. Primeiro conquiste a superioridade aérea, depois bombardeie o porto.

    • Cobertura da região.

      Se a base aérea fica longe do alvo, a cobertura cai. Menos cobertura — menos surtidas eficazes, e o Combustível vai embora do mesmo jeito. Jogadores experientes sempre conferem a porcentagem de cobertura na interface, em vez de só olhar se a unidade aérea «está pendurada» na região.

    • Limite de superioridade.

      Se a superioridade aérea inimiga passar de 30%, a missão simplesmente não é executada. Não é «vai bater mais fraco» — é «não vai funcionar de jeito nenhum». Primeiro os caças.

  • Erros típicos de quem está começando

    • Colocar a ordem no mar.

      A base naval fica em terra. A região para esta missão é terrestre. Se colocar numa região oceânica, os aviões vão procurar navios no mar, não no porto.

    • Confundir com bombardeio estratégico.

      Bombardeiros estratégicos em «Bombardeio Estratégico» destroem fábricas e infraestrutura. A frota no porto não sofre com isso. O que você precisa é do botão «Ataque ao Porto».

    • Bater em porto vazio ou em frota troféu.

      Porto vazio esta missão não ataca. E se o país está prestes a capitular e os navios dele vão ficar com você — não gaste aviões. Ganhar a frota inteira como troféu é bem mais vantajoso do que um monte de destroços.

  • Dicas que ajudam

    • Um porto, não dez.

      Junte a aviação numa região onde está uma frota grande. Espalhar unidades aéreas por dez portos «um pouquinho em cada» é dar um golpe fraco em todo lugar. Uma região com uma unidade aérea gorda afunda navios parados bem mais rápido.

    • Torpedos, não bombas.

      Para esta missão, monte bombardeiros navais com torpedos. Aviões de Apoio Aéreo Aproximado (CAS) é melhor deixar no chão, ajudando a infantaria. Enquanto as fábricas produzem os aviões certos, a missão continua eficaz.

    • Combinação com frota e aviação.

      Caças dão a superioridade. Bombardeiros batem na frota parada. Sua própria frota empurra o inimigo para o porto. Separado, isso rende menos. Junto — é exatamente o caso em que a missão deixa de ser «mediana» e vira «excelente».

Combustível sai 20% mais caro que o normal. Sem alvos no porto, isso é caro. Superioridade inimiga acima de 30% — a missão não funciona.

Região em terra, aviões — bombardeiros navais, primeiro os caças. Só assim a missão dá resultado.

O que vale lembrar

1. O que é: Ordem para aviões bombardearem a frota inimiga no porto. Não dá superioridade aérea. Porto vazio não é atacado.

2. Para quê: Acabar com a frota no conserto. Os navios ficam parados, não precisam ser procurados. O ataque também danifica a base naval.

3. Precisa? Sim, se a frota inimiga está num porto dentro do alcance dos seus aviões. Não — se o porto está vazio ou você só luta em terra.

4. Para quem dar: Bombardeiros navais com torpedos. Aviões de Apoio Aéreo Aproximado (CAS) e bombardeiros táticos são mais fracos. Bombardeiros estratégicos são quase inúteis.

5. Dicas práticas: Região — terrestre, com base naval. Superioridade aérea inimiga — não acima de 30%. Não confunda com ataque naval nem com bombardeio estratégico. Ou fique pairando sobre o porto esperando, ou primeiro empurre a frota para o mar e termine o serviço no conserto.

Contra frota parada — missão boa. Como botão ligado o tempo todo — mediana e cara.

Região terrestre, bombardeiros navais, primeiro a superioridade aérea. Não aperte se o porto estiver vazio.