Missão «Ataque Naval»

Artigo · Missão «Ataque Naval»

A missão «Ataque Naval» em Hearts of Iron IV

Uma ordem que manda seus aviões atrás dos navios inimigos no mar. Quem já joga direito sabe: perto da sua costa, é o jeito mais rápido de limpar a frota inimiga. Se a região estiver vazia, você só queima Combustível.

O que é esta missão e para que serve

O que é esta missão Ataque Naval

É uma ordem para os seus aviões. Você diz: “Voem para esta região marítima e ataquem os navios inimigos que encontrarem.” O jogo escreve claro: “Ataque navios inimigos na área.” É só isso.

Não misture com os botões do lado. «Ataque ao porto» bate em navios parados no porto. «Patrulha Naval» procura navios e ajuda a sua frota, mas os aviões não entram no combate. Esta missão é só contra navios inimigos que já estão no mar. Não dá superioridade aérea.

Por que você precisa desta missão

O trabalho é limpar as águas da costa da frota inimiga. O caso mais comum: submarinos inimigos afundam os comboios que trazem suprimento. Você põe bombardeiros navais nesta missão — e esses submarinos começam a ir ao fundo bem mais rápido. É assim que joga quem já tem hora de jogo. Não espera os submarinos cortarem todas as rotas. Afunda no caminho.

Isto é ferramenta, não botão de enfeite. Terra adentro, sem mar, você não precisa. Perto do mar, com navios inimigos na região, é um dos melhores jeitos de proteger seus comboios. Então o que a missão faz de verdade?

Ordem para aviões: atacar navios no mar.

Você quer na costa — contra submarinos e a frota inimiga. Quem joga bem só usa onde tem alvo.

O que esta missão realmente faz

Como ligar a missão

Abra o mapa aéreo — o ícone do avião no canto inferior direito, ou a tecla F3. Escolha a unidade aérea (o lote de aviões) que você quer enviar. No canto superior esquerdo, escolha a ordem «Ataque Naval». Depois clique com o botão direito na região marítima que quer atacar.

A partir daí os bombardeiros saem e atacam os navios inimigos que encontrarem. Quem joga bem sempre olha a cobertura na região — se os aviões não chegam nem no meio, a missão rende bem pior.

Como o dano nos navios é aplicado

O dano depende das características do avião: «Bombardeio naval» e «Aquisição de alvo naval». Em resumo: quanto maior o número, mais dano. Para a missão, o jogo pede uns 20 aviões por navio inimigo. Se não houver navio na região, o botão está ligado — e não tem o que afundar.

Para ter uma ideia: um bombardeiro naval é uns 50% mais eficaz nesta missão do que um avião de Apoio Aéreo Aproximado (CAS) comum.

Bombardeiro Naval (porta-aviões), o que decola do porta-aviões, no combate naval causa dano com multiplicador ×12. Isso já é outra liga.

Os bombardeiros voam para a região e atacam os navios que encontram. Conte uns 20 aviões por navio.

O bombardeiro naval afunda bem frota de superfície e submarinos. Apoio Aéreo Aproximado (CAS) no mar quase não serve.

Quando ligar, a quem dar e em qual região

Quando ligar esta missão

Ligue quando a frota inimiga estiver no alcance dos seus aviões. Pode ser uma frota visível numa região marítima, submarinos afundando comboios na costa, ou navios inimigos bem na frente da sua base aérea. Se a frota estiver longe demais, o botão não faz nada.

Quem joga bem nunca liga isto “por precaução”. Primeiro olha três coisas: tem alvo, a distância alcança, e como está a superioridade aérea na região. Se o céu estiver vermelho, seus bombardeiros não chegam nos navios — os caças inimigos derrubam. Então dê aos caças a missão «Superioridade aérea» primeiro, e só depois esta.

A quais aviões dar esta missão Bombardeiro naval

Só quem tem bombardeiro naval. Sem ele a missão quase não vale: Apoio Aéreo Aproximado (CAS) rende uns 50% a menos, o bombardeiro tático uns 50–60% a menos. Bombardeiro estratégico e caça nem têm este botão. Por isso quem pretende lutar no mar monta unidades aéreas só de bombardeiro naval.

A ordem vai para o bombardeiro naval, ou para o Bombardeiro Naval (porta-aviões). No front, o avião de Apoio Aéreo Aproximado (CAS) rende muito mais em «Apoio Aéreo Aproximado (CAS)» — não tire da infantaria.

Em qual região marítima colocar

Na que tiver frota inimiga de verdade — navios de superfície ou submarinos. E só aonde os aviões cheguem direito. Com cobertura 100%, trabalham no máximo. Com 50%, a eficiência cai pela metade. Oceano vazio ninguém experiente mexe. É Combustível jogado fora.

Ligue quando a frota inimiga estiver no alcance dos bombardeiros. Dê a bombardeiro naval, não a Apoio Aéreo Aproximado (CAS).

Na região precisa ter frota inimiga, cobertura e superioridade aérea do seu lado.

Detalhes, erros e dicas

  • Detalhes que vale saber

    • Gasto de Combustível.

      Cada missão gasta Combustível de um jeito. Esta custa 1,0 — igual a «Superioridade aérea». Para comparar, «Ataque ao porto» custa 1,2 e «Interceptação» só 0,2. Caça em interceptação é cinco vezes mais barato em Combustível.

    • Cobertura na região.

      Se a base aérea fica longe da região, a cobertura cai. Menos cobertura, menos ataques. O botão está ligado e os navios continuam flutuando. Quem joga bem olha a porcentagem de cobertura na interface, não só se a unidade aérea “está pendurada” na região. Sem cobertura decente, nem mil bombardeiros resolvem.

    • Superioridade aérea.

      Se o inimigo segura a superioridade aérea na região, seus bombardeiros não fazem nada. Os caças inimigos derrubam. Sempre ligue «Superioridade aérea» para os caças nessa região primeiro, e só depois esta missão.

  • Erros típicos de quem está começando

    • Afundar a frota de um país fraco.

      Se você está prestes a ocupar o país e vai ficar com a frota de brinde, não gaste bombardeiro destruindo. Vale muito mais pegar os navios inteiros.

    • Ligar a missão onde não tem frota.

      É Combustível e indústria jogados fora. Sem alvo na região, os aviões não conseguem fazer nada.

  • Dicas de quem já joga bem

    • Concentrar, não espalhar.

      Junte a aviação numa região onde tem frota. Dez regiões “um pouquinho em cada” é um golpe fraco em todo lugar. Uma região com uma unidade aérea gorda afunda bem mais rápido.

    • Pesquisar doutrinas.

      Doutrinas e subdoutrinas aéreas deixam esta missão bem mais forte. Se você ignora, deixa um bocado de eficiência na mesa.

    • Combinar com a frota.

      Junte aviões e navios: a aviação acha e ataca, os navios terminam o serviço. É assim que joga quem já tem hora — ar e mar juntos, não dois jogos separados.

Olhe sempre a cobertura e a cor do céu. Se o céu estiver vermelho, caça primeiro.

Não se espalhe por todas as regiões. Pesquise doutrinas e combine com a frota. É assim que joga quem já tem hora.

O que vale lembrar

1. O que é: Ordem para aviões atacarem navios inimigos no mar. Não dá superioridade aérea.

2. Para quê: Afundar submarinos na costa e bater na frota inimiga. Bombardeiro naval causa dano de verdade.

3. Se precisa: Sim, se você luta perto do mar e tem frota inimiga na região. Não — se só luta em terra, ou o mar está vazio.

4. A quem dar: Só bombardeiro naval. Apoio Aéreo Aproximado (CAS) e bombardeiro tático batem fraco; estratégico e caça nem têm esta missão.

5. Dicas práticas: Primeiro veja se o céu não está vermelho (ponha os caças em «Superioridade aérea»). Confira a cobertura da região. Na costa contra submarino, isto é ferramenta, não botão morto.

Perto do mar, contra navios — missão útil. Bombardeiro naval é a escolha certa.

Caça primeiro, bombardeiro depois. Quem joga bem não liga isto à toa.