Missão «Ataque Kamikaze»
Artigo · Missão «Ataque Kamikaze»
A missão «Ataque Kamikaze» em Hearts of Iron IV
Uma ordem em que os aviões embatem nos navios inimigos. Quem já joga direito sabe: é um dos jeitos mais duros de derrubar uma frota. O preço é alto — as perdas vão às centenas, e os aviões não voltam.
O que é esta missão e para que serve
O que é esta missão
É uma ordem para os seus aviões. Você diz: “Voem para esta região marítima e embatam nos navios inimigos que encontrarem.” O jogo escreve claro: “Realize ataques kamikaze em navios inimigos na área.” O dano sobe muito. As perdas também.
Comparado com «Ataque Naval», o golpe no navio inimigo é bem mais forte. Esse avião você não traz de volta da saída.
Por que você precisa desta missão
Serve para derrubar uma frota inimiga que um golpe normal no mar afunda devagar demais. Caso típico: na costa ou no alcance da base tem um pacote de encouraçados e porta-aviões. Você põe a unidade nesta missão — e esses navios começam a cair bem mais rápido.
É ferramenta de verdade, e forte. A frota desmonta rápido. Você paga com centenas de aviões: eles não voltam.
Terra adentro, sem mar, não precisa. Oceano vazio também não. Onde tem navio grande e tem avião de reposição, é um dos melhores jeitos de tirar uma frota.
A ordem: seus aviões embatem nos navios inimigos no mar. O dano é enorme. As perdas vão às centenas: os aviões não voltam.
Você quer quando a frota inimiga está perto e precisa morrer agora.
O que esta missão realmente faz
O que acontece quando liga
Abra o mapa aéreo — o ícone do avião no canto inferior direito, ou a tecla F3. Escolha a unidade aérea, no canto superior esquerdo ponha a ordem «Ataque Kamikaze» e com o botão direito marque a região marítima.
Daí os aviões decolam, procuram navios e embatem no que veem. Se não houver navio na região, o botão está ligado, não tem o que afundar, e a unidade gasta à toa. Quem joga bem olha a cobertura primeiro: se os aviões não chegam nem no meio da região, o golpe é fraco.
Derrubar a frota inimiga
Contra a resistência do navio, o golpe é umas 20 vezes mais forte que um «Ataque Naval» normal. Por isso encouraçados e porta-aviões, que a aviação naval “normal” só risca, aqui realmente afundam. As perdas de avião ficam umas 4 vezes maiores. Mais o embate em si: esse avião não volta para a unidade aérea.
A frota de superfície é o alvo principal. Submarino também dá para bater, mas primeiro tem que achar. Se não aparece, não tem em quem embater. Noite e oceano aberto pioram a busca. Perto da costa os alvos costumam aparecer melhor.
Os aviões decolam e embatem nos navios que veem. O dano na resistência é umas ×20 em relação a um golpe normal no mar.
A frota afunda rápido. A unidade aérea morre rápido. Submarino só leva se estiver visível.
Como desbloquear e a quem dar
Como obter acesso a esta missão
O botão não aparece sozinho. Precisa de um foco nacional específico.
No Japão, por exemplo, quem dá é o foco «O vento divino», no ramo aéreo. Nos outros países, olhe os focos nacionais deles.
A quem dar esta missão
O normal é criar um Caça barato. Dá para pôr 2–3 tanques de combustível adicionais para melhorar o alcance. O resto do avião, o mais barato possível. É nesse avião que você liga a missão.
No Japão — o foco «Espírito Guerreiro». Nos outros países, olhe os focos deles. Só um foco nacional específico abre esta missão, e longe de todo mundo ter.
Use aviões baratos, muitas vezes com 2–3 tanques de combustível adicionais no alcance. Precisa de fluxo de produção: os aviões não voltam.
Quando e onde ligar esta missão
Quando ligar esta missão
Quando a frota inimiga já está no alcance dos seus aviões e precisa sumir agora. Quando a frota aparece na região marítima, está ao lado da base aérea, atrapalha um desembarque ou segura o mar. Se a frota está longe, o botão não faz nada — e você ainda perde avião em saída vazia.
Não ligue “por precaução”. Primeiro, três coisas:
- Tem frota inimiga?
- O alcance chega?
- Você tem superioridade aérea?
Se o céu é do inimigo, os Caças dele derrubam a sua unidade antes do embate. A perda já é alta — céu vermelho deixa a missão cara e fraca. Primeiro a missão «Superioridade aérea» nos seus Caças, depois o embate.
Em qual região colocar
Na que tem frota inimiga — sobretudo de superfície. E só onde os aviões chegam de verdade. Cobertura 100% — efeito cheio. Cobertura 50% — metade do trabalho, e os aviões morrem igual. Não ponha em oceano vazio: você queima a unidade aérea à toa.
Ligue quando a frota inimiga estiver no alcance e precisar morrer agora. O céu não deve estar vermelho.
A região certa: tem navio inimigo e você alcança.
Detalhes, erros e dicas
-
Detalhes que vale saber
-
Consumo de combustível.
Esta missão gasta 0,75. Isso é 25% a menos que o valor médio (1.0).
-
Os aviões não voltam.
Não é bug. O embate funciona assim: o avião acerta o navio e some da unidade aérea. As perdas vão às centenas. Se as fábricas não fazem reposição, a unidade acaba rápido.
-
Cobertura da região.
Se a base aérea está longe, a cobertura cai. Menos cobertura — menos embates que entram, e a perda continua. Olhe a porcentagem na interface aérea.
-
Superioridade aérea.
Superioridade aérea inimiga deixa esta missão fraca. Seus aviões já vão só de ida. Se ainda tem Caça inimigo em cima, você paga com a unidade e afunda pouco. Ponha seus Caças em «Superioridade aérea» primeiro, depois o embate.
-
-
Erros típicos de quem começa
-
Ligar a missão sem fábrica.
Uma unidade aérea sem produção queima rápido. Depois a missão não serve. Se você não está pronto para fabricar avião em lote, não aperte esta ordem.
-
Pôr a ordem onde não tem frota inimiga.
Se na região não tem frota inimiga, não tem o que afundar. Ponha só onde o inimigo realmente tem navio.
-
Afundar uma frota que você vai herdar.
Se o país está para capitular e os navios passam para você, não gaste avião destruindo. Uma frota inteira de troféu vale mais que a vitória deste instante.
-
-
Dicas que ajudam
-
Bata numa só região.
Junte a unidade onde está a frota grande. Dez regiões “um pouco em cada lugar” é embate fraco em todas e perda vazia. Uma região com essas unidades concentradas afunda navio bem mais rápido.
-
Avião barato e tanques para alcance.
Esses aviões não precisam ser de elite nem caros. Precisa de reposição contínua. Enquanto a fábrica anda, a missão fica forte. Parou a linha — acabou o soco. Eu recomendo fabricar avião barato de propósito. Muitas vezes você põe 2–3 tanques: «Tanques de Combustível Adicionais». Senão a unidade não chega, e o avião gasta igual.
-
Primeiro o céu, depois o embate.
Os Caças cobrem as unidades nesta missão, e elas batem na frota. Junto com a sua marinha fica ainda mais duro: os aviões acham e embatem, os navios terminam. Separado é mais fraco, mas também funciona.
-
O combustível gasta 25% menos que ordens comuns. Melhor fabricar avião barato, muitas vezes com 2–3 tanques de combustível adicionais. Superioridade aérea inimiga e cobertura fraca derrubam a missão.
Faça muitos desses aviões, bata numa região, conquiste a superioridade aérea primeiro. Aí a missão rende de verdade.
O que vale lembrar
1. O que é: Ordem para os aviões embaterem em navios inimigos no mar. O dano é enorme. Os aviões não voltam. As perdas vão às centenas.
2. Para quê: Derrubar a frota inimiga rápido. Contra a resistência, o golpe é umas 20 vezes mais forte que uma ordem naval normal.
3. Precisa: Sim, se a frota inimiga está perto e você topa gastar centenas de aviões de reposição.
4. A quem dar: Um Caça barato, muitas vezes com 2–3 tanques de combustível adicionais no alcance. Sem o módulo, não tem botão.
5. Dicas práticas: No Japão, abra com o foco especial do ramo aéreo. Nos outros países, cada um tem o foco especial dele. Confira se o céu não está inimigo. Concentre o golpe numa região onde tem navio inimigo. Mantenha a produção para repor.
No mar contra frota grande, a missão é muito forte. Avião é consumível. As perdas vão às centenas.
Primeiro superioridade aérea, depois esta missão. Não aperte o botão se não tem produção de avião, ou se o inimigo não tem frota.