Missão «Reconhecimento Aéreo»
Artigo · Missão «Reconhecimento Aéreo»
Missão «Reconhecimento Aéreo» em Hearts of Iron IV
Uma ordem após a qual os seus aviões reúnem informações sobre o inimigo e a região. Dá para ver divisões alheias em profundidade, a indústria faz sentido — e as suas divisões batem mais forte. Mas poucos jogadores apertam este botão.
O que é e para que serve?
O que é esta missão?
Você designa aos seus aviões de reconhecimento uma região. Eles começam a voar sobre ela e a reunir informações sobre o inimigo. No HoI4 a missão se chama «Reconhecimento Aéreo».
Sem reconhecimento você ataca às cegas: não está claro quem está à sua frente, quantas divisões o inimigo tem nem o que há na sua retaguarda. Com reconhecimento a névoa se dissipa: dá para ver divisões inimigas até no fundo do território, e a indústria também.
Isso é especialmente útil na guerra-relâmpago — na hora se vê onde estão as divisões inimigas em profundidade, e dá para traçar a rota para não chocar com elas.
Note bem: isto não é uma saída de combate. Os reconhecimentos nem bombardeiam nem interceptam — só olham e informam. Mas para que afinal é preciso esta missão no HoI4?
Para que serve esta missão?
Primeiro motivo — informações. Você vê a composição do inimigo e a região: divisões, o seu desdobramento, indústria. As ofensivas se planejam sobre fatos, não sobre palpites, o que no HoI4 é bom. Por exemplo, dá para escolher a direção com mais indústria inimiga.
Segundo motivo — um bônus em combate. Enquanto os reconhecimentos trabalham sobre a região, as suas divisões que atacam o inimigo recebem um bônus. Normalmente ele se une ao trabalho dos aviões de ataque: o reconhecimento ilumina, os aviões de ataque batem. Quantos mais reconhecimentos na missão, maior o bônus.
Terceiro motivo — o preço. Não é preciso pendurar dezenas de fábricas num reconhecimento, como num caça ou num avião de ataque. Com 5-10 fábricas militares basta — mais que suficiente.
A boa verdade sobre a missão
Sendo franco: esta é uma missão top que quase ninguém designa. Muitíssimos jogadores a subestimam: constroem centenas de caças e aviões de ataque, e se esquecem dos olhos do exército.
Nas minhas centenas de partidas vi isso muitas vezes: duas ofensivas iguais, mas um jogador leva reconhecimento — e pressiona com mais segurança e menos perdas. Saber é sempre melhor que adivinhar.
Uma ordem para os aviões de reconhecimento reunirem dados sobre o inimigo na região. No jogo a missão se chama «Reconhecimento Aéreo».
Necessária para ver o inimigo e bater mais forte. Uma missão top que quase ninguém designa.
O que exatamente esta missão faz?
O que acontece ao ativá-la?
Abra o mapa aéreo — o ícone do avião embaixo à direita ou a tecla F3. Selecione uma ala de reconhecimento, no menu de ordens pressione «Reconhecimento Aéreo» e depois clique com o botão direito na região aérea sobre a região terrestre.
Depois os aviões começam saídas uma atrás da outra e reúnem informações. Quanto mais pairam sobre a região, mais completo o quadro: primeiro silhuetas gerais, depois composição exata de divisões e dados de indústria.
Eficácia do reconhecimento
O reconhecimento trabalha em duas direções. Primeira — informação: você vê divisões inimigas na região, incluída a retaguarda profunda, e reúne dados de indústria. No jogo assim se mostra — a fonte de informações «Reconhecimento Aéreo» com percentagens.
Segunda — um bônus em combate. Quando as suas divisões atacam o inimigo numa região reconhecida, recebem um bônus. Ele se soma ao trabalho dos aviões de ataque, por isso os jogadores com milhares de horas levam reconhecimento e apoio aéreo em par numa região. A regra é simples: quantos mais reconhecimentos na missão, maior o bônus.
Por exemplo: uma vez decidi experimentar o reconhecimento, e tive uma grata surpresa. Tinha superioridade aérea, mas não aviões de ataque. Pendurei uns 100 reconhecimentos sobre a região, umas 2-3 semanas antes da ofensiva. E em combate as minhas divisões recebiam um bônus de ataque de 10-25% chamado «Apoio Aéreo Aproximado», embora não houvesse aviões de ataque. Para 100 reconhecimentos são bônus bem gratos. E uma potência como a Alemanha pode se permitir bastantes reconhecimentos.
Os reconhecimentos reúnem dados na região: divisões, indústria, um bônus em combate.
Eficaz sempre que se luta em terra. Quantos mais reconhecimentos, maior o bônus.
Por exemplo, você começa a ver divisões inimigas no fundo da retaguarda.
Quando ativar, a quem dar e em qual região?
Quando ativar esta missão?
Quando se luta em terra e se quer ver o inimigo. Prepara uma ofensiva, segura uma defesa, planeja uma ruptura — o reconhecimento faz falta em toda parte onde há divisões inimigas.
Antes de ativar, confira três coisas:
- Você tem com que olhar — uma ala de aviões com módulo «Câmera de Reconhecimento»;
- Os aviões chegam com cobertura normal;
- Você conquistou a superioridade aérea.
A quem dar esta missão?
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Em qual situação ativar.
Qualquer país que luta em terra. Prepara um desembarque por um estreito, rompe a frente com tanques, segura uma defesa — em toda parte onde importa saber quem está à sua frente. Sem guerra terrestre, você não precisa do botão.
Cai especialmente bem a quem ataca: atacar às cegas é perder gente em vão.
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Como obter o acesso?
Em dois passos.
- Primeiro — pesquisa no ramo de aviação. Pesquisa inicial (1933), se abre rápido — tenha isso em conta. Aliás, as potências costumam ter já pesquisado este módulo.
- Segundo — módulo no avião, no projetista. Sem este módulo não haverá acesso à missão. A câmera tira fotos precisas de posições e fortificações mesmo de grande altura.
Note bem: um reconhecimento não precisa de dezenas de fábricas. Com 5-10 fábricas militares basta — mais que suficiente, ao contrário de caças e aviões de ataque.
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Em qual região designar?
Na região aérea terrestre onde há tropas inimigas e aonde você pensa atacar. Justo ali fazem falta informações e bônus em combate.
Confira cobertura e alcance. Com 50% de cobertura, a missão rende pela metade, enquanto o combustível se gasta igual. A retaguarda distante sem tropas não há por que reconhecê-la. Mas como executar bem a missão?
Ative onde há tropas inimigas e aonde você pensa atacar.
São precisas a pesquisa «Reconhecimento Fotográfico» no ramo de aviação e o módulo «Câmera de Reconhecimento» no avião. Região — aérea sobre terra com tropas inimigas.
Como executar bem a missão?
Pendurar o reconhecimento um par de semanas antes da ofensiva
O esquema é simples: primeiro olham os aviões, depois vão as divisões. Prepara uma ofensiva em duas semanas — pendure já a ala na região. Para o momento do ataque, as informações se reúnem sozinhas.
Recomendo esta ordem sempre. Se você é iniciante e não sabe por onde começar, comece pela região aonde pensa atacar.
Manter a missão toda a ofensiva
As informações se acumulam pouco a pouco: cada saída adiciona um pouco. Retirou a ala no meio da operação — ficou com um quadro a meias.
Mantenha a missão enquanto dura a ofensiva. O gasto de combustível segue normal — 1,0 por avião, poder de comando não faz falta. O bônus em combate vale enquanto os reconhecimentos pairam sobre a região. E agora, o que mais pode dar errado?
Primeiro olham os reconhecimentos, depois vão as divisões: pendure a ala um par de semanas antes da ofensiva.
Mantenha a missão toda a ofensiva, não a retire antes do tempo.
Detalhes, erros e dicas
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Detalhes que convém saber
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Quantos mais reconhecimentos, maior o bônus.
Cada avião adiciona informações, por isso uma ala grande dá um quadro mais completo e mais bônus em combate. Uma ala pequena sobre uma região enorme — efeito fraco em toda parte.
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Combustível normal, sem recurso.
Gasto — 1,0 por avião, como na maioria das missões. E poder de comando a missão não pede nada — aqui sai de graça.
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O reconhecimento combina com os aviões de ataque.
O bônus do reconhecimento se soma ao trabalho dos aviões de ataque: uns iluminam, outros batem. Por isso os veteranos levam ambas as missões em par numa região.
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Uma missão barata.
Ao reconhecimento bastam 5-10 fábricas militares. Para comparar: caças e aviões de ataque exigem dezenas de fábricas. Os olhos do exército são a parte mais barata da aviação.
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Um país neutro também vale.
Se em paz você tenta reconhecer outro país, também em paz, consegue. Bem cômodo: reúnem-se informações, e depois se declara a guerra e se começa a ofensiva.
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Erros típicos de iniciantes
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Não designar reconhecimento nunca.
O erro mais comum. Constroem centenas de caças e aviões de ataque, e se esquecem dos olhos. No fim atacam às cegas e perdem eficácia.
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Pendurar o reconhecimento no dia da ofensiva.
As informações no HoI4 se acumulam pouco a pouco. Uma ala pendurada de manhã no dia do ataque não reúne nada ao meio-dia. Dê ao reconhecimento um par de semanas.
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Reconhecimento sem cobertura.
Os reconhecimentos estão indefesos diante de caças. Se o céu é do inimigo, os derrubam antes de ver nada. Primeiro os seus caças com a missão «Superioridade aérea», depois reconhecimentos.
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Dicas de jogadores top
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Reconheça a direção do golpe principal.
Aonde vão os tanques — ali o reconhecimento. Os setores secundários esperam: os olhos importam onde se decide o assunto.
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Mantenha a dupla com aviões de ataque.
O reconhecimento ilumina, os aviões de ataque batem — o bônus se soma. Duas alas numa região dão mais que em separado.
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Cubra a partir do céu.
Os reconhecimentos estão indefesos diante de caças. Mantenha na região os seus caças com a missão «Superioridade aérea».
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Detalhes: quantos mais reconhecimentos, maior o bônus; combustível 1,0; sem poder de comando; o reconhecimento combina bem com os aviões de ataque. Erros: não designar nunca, pendurar tarde demais, reconhecimento sem superioridade aérea.
Reconheça a direção do golpe principal, mantenha a dupla com aviões de ataque e cubra a partir do céu.
O que lembrar
1. O que é: Uma ordem para os aviões de reconhecimento reunirem dados sobre o inimigo na região. No HoI4 a missão se chama «Reconhecimento Aéreo». Não é uma saída de combate.
2. Para quê: Ver divisões inimigas e sua indústria, e dar um bônus às suas divisões em combate. O bônus se soma ao trabalho dos aviões de ataque.
3. Precisa?: Sim, se luta em terra e pensa atacar. Não — se não há guerra terrestre.
4. A quem dar: A uma ala com módulo «Câmera de Reconhecimento». Para o acesso — pesquisa «Reconhecimento Fotográfico» no ramo de aviação. Com 5-10 fábricas militares basta.
5. Dicas práticas: Pendurar o reconhecimento um par de semanas antes da ofensiva e manter toda a ofensiva. Reconhecer o golpe principal, manter a dupla com aviões de ataque, cobrir a partir do céu.
Reconhecimentos em vez de cegueira: vê-se o inimigo, as divisões batem mais certeiro, custa centavos.
Pendurar um par de semanas antes da ofensiva, acesso via pesquisa «Reconhecimento Fotográfico», não esquecer a superioridade aérea.